Que Atitudes Devemos Ter no Convívio com Pessoas Controladoras?

1. Identifique o Controlador do Tipo Passivo

Em relação a este tipo de pessoa, já mencionamos aqui que sua maior arma é fazer com que as pessoas se sintam responsáveis por ela.

Para lidar com o problema, é necessário ter o discernimento de como o seu sentimento por esta pessoa se manifesta, visto que, a maioria das pessoas que se encontram neste emaranhado costumam expor facilmente o desejo de cuidar e resolver os problemas da pessoa controladora em questão.

Atenção! Entenda: ninguém tem a obrigação de resgatar ninguém! Entramos na vida das pessoas para contribuir e não para carregá-las nas costas. Portanto, não se sinta culpado!

É importante identificar todo o relacionamento que é de fato abusivo e controlador, uma vez que este lhe retira de você mesmo, a ponto de lhe podar de outros relacionamentos, de dificultar suas oportunidades em fazer suas próprias escolhas, ou pior, pode vir a modificar sua personalidade num grau em que você já não se reconheça mais.

2. E Quando os Manipuladores Viram o Jogo e se Fazem de Vítima?

…Então, Assuma Seu Lugar no Tabuleiro.

Pessoas controladoras têm muita dificuldade em assumir suas responsabilidades. Para elas, todos estão errados, mas elas estarão sempre certas. Desta forma, quando pessoas agem de maneira tão manipuladora a ponto de tentarem inverter situações para se beneficiarem; quando pessoas manipulam a verdade não estando certas, então, procure sempre devolver com perguntas do tipo “o que você está fazendo agora?”, ou, “Eu fiz um comentário sobre determinada atitude e o que você faz é devolver de volta para mim. Desse jeito não há consenso. Vamos encerrar por aqui.”

A medida que você conversa com o outro na tentativa de resolver um problema, mas, a pessoa não consegue desenvolver a situação e prefere jogar de volta para você as responsabilidades como se a culpa fosse sua, deste modo, então, o melhor é não manter a conversa, uma vez que ainda não há como solucionar o problema em conjunto com esta pessoa.

Com joguinhos ou não: toda a pessoa controladora inconscientemente objetiva fazer com que o outro se culpe. Por isso, não se culpe! Foque em você! Viva para você, pois, se você melhora consigo mesmo, há grandes chances de essa pessoa melhorar também.

3. Não Enriqueça as Coisas Ruins que o Outro Faz

Pare de contar para os outros sobre a sua vida! Quanto mais tempo você passar informando a manicure, o cabeleireiro, o barbeiro sobre o quanto seu parceiro é terrível, mais você acabará aumentando as proporções dessa situação.

A Culpa é minha! E eu ponho em quem eu quiser!

4. Não Ceda as Chantagens

Se alguém te pressiona por ver coisas aonde não tem, casos onde não existe, poupe seu tempo em se explicar para essa pessoa. Você não precisa se inocentar de nada… O correto a se fazer perante uma pessoa controladora, que lhe atribui culpa por traições fantasiosas, é dizer em claro e bom tom:

Se você não acredita em mim vá em bora!”

Não se intimide diante de uma pessoa controladora, pois, ela nunca irá em bora de fato, ainda que ameace, pois esta necessita do manipulado para continuar sendo quem é.

Por trás de tanta agressividade e imponência, você precisa saber que existe ali uma pessoa insegura. Sim! Uma pessoa que implora para que você se mantenha com as orelhas abaixadas, para que esta consiga ter (por falta de palavra) “alguma autoestima”.

Existe Salvação para as Pessoas Controladoras

O primeiro passo, e com certeza o mais difícil, é se reconhecer uma pessoa Controladora. Uma vez isso às claras, chega então a hora de começar a desenvolver a consciência de que o outro é o outro.

Quando começamos a entender a individualidade do outro, passamos a perceber o quanto o outro é diferente; o quanto esta outra pessoa não pensa como pensamos, não gosta necessariamente do que gostamos, e, consequentemente, nem sempre vai agir como gostaríamos; afinal, essa pessoa tem total direito de escolher diferente da gente.

Para Mudar e Crescer, É Importante Enxergar e Aceitar o Outro com as Suas Características Reais

Um bom exercício para entender a individualidade alheia é fazer uma lista de todas as características que se gostaria de ver na pessoa dominada. Paralelamente a esta lista, deve-se desenvolver outra lista, mas, agora, com todas as características que esta pessoa realmente tem; especialmente aquelas que mais o incomoda.

Olhar para esse quadro e entender como se sente diante dele é muito importante, visto que quando não aceitamos o afeto que o outro tem pra nos dar, isto é, do jeito do outro, não haverá paz no relacionamento.

Também é de extrema importância se reeducar, mudar as atitudes; em outras palavras, pensar antes de falar e antes de agir.

Deixe de pensar em mudar o outro e passe a fazer o que é lógico: mude a si mesmo, pois esse é o seu poder.

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